quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Conheça os falsos Cristos mais famosos da história

Portal traz relação dos mais conhecidos que surgiram nos últimos séculos
por Jarbas Aragão


Conheça os falsos Cristos mais famosos da história Conheça os falsos Cristos mais famosos da história
Há uma semana surgiu a notícia do falecimento de José Luiz de Jesus Miranda, fundador da Igreja Crescendo em Graça. Ele dizia ser Jesus Cristo e anunciou que no dia 30 de junho de 2012 seu corpo seria transformado, fazendo com que ele se tornasse imortal. Desde que isso não se confirmou, ele sumiu da mídia. Embora não tenha sido confirmada oficialmente, sua morte apenas aumenta a longa lista de pessoas clamando ser Jesus.
É mais um cumprimento da profecia de Mateus 24:23-26 “Se, então, alguém disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Vejam que eu os avisei antecipadamente. “Assim, se alguém disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem”.
Desde os primeiros séculos surgiram pessoas que declaravam ser (ou eram consideradas por seus seguidores) a encarnação ou a reencarnação de Jesus Cristo, ou ainda a Segunda Vinda de Cristo. Isso sem contar os milhares de casos de pessoas perturbadas mentalmente que fizeram esse tipo de declaração.
O portal Gospel Prime fez uma lista com os mais famosos “falsos messias” dos últimos séculos.

Século 19

John Nichols Thom (1799-1838), rebelde contra o governo, dizia ser o “salvador do mundo” e a reencarnação de Jesus Cristo em 1834. Foi morto por soldados britânicos na Batalha de Bossenden Wood, em 31 de maio de 1838 na cidade de Kent, Inglaterra.
Arnold Potter (1804-1872), apostatou da Igreja dos Santos dos Últimos Dias líder (mórmons), Afirmava que o espírito de Jesus Cristo entrou em seu corpo e ele se tornou “Potter Cristo”, Filho do Deus vivo. Morreu numa tentativa de “subir ao céu” ao pular de um penhasco.
Bahá’u'lláh (1817-1892), nascido numa família muçulmana xiita, em 1844 afirmou ser o cumprimento profetizado e Prometido de todas as grandes religiões. Ele fundou a Fé Bahá’í em 1863, que tem seguidores até hoje em todo o mundo.
William W. Davies (1833-1906), líder da seita Reino dos Céus localizado em Walla Walla, Washington (1867-1881). Ele ensinava a seus seguidores que era o arcanjo Miguel, mas já havia vivido como Adão, Abraão e Davi. Quando seu filho Arthur nasceu, em 11 de fevereiro de 1868, Davies afirmou que a criança era a reencarnação de Jesus Cristo. Quando David, o segundo filho de Davies, nasceu em 1869, ele passou dizer que era Deus, o Pai.
Mirza Ghulam Ahmad, (1835-1908), natural da Índia afirmou ser o aguardado Mahdi, bem como a segunda Vinda de Jesus, o Messias prometido no final do tempo. Ele foi a única pessoa na história islâmica que alegava ser ambos. Afirmava ser Jesus, no sentido metafórico, em caráter. Fundou a Movimento Ahmadiyya em 1889, alegando ser comissionado por Deus para reformar a humanidade.
Lou de Palingboer (1898-1968), fundador e líder de uma seita da Holanda, que dizia ser “o corpo ressuscitado de Jesus Cristo.”

Século 20

Haile Selassie I (1892-1975) não dizia abertamente ser Jesus, mas o movimento Rastafari, que surgiu na Jamaica durante os anos 1930, acredita que ele é a Segunda Vinda . Incorporou isso quando se tornou imperador da Etiópia em 1930, defendendo ser a confirmação do retorno do Messias no Livro de Apocalipse. Também é chamado de Jah Ras Tafari, e os seguidores do movimento Rastafari dizem que ele deve retornar uma segunda vez para iniciar o dia de julgamento. A seita continua crescendo em parte graças a grupos de reggae, e teria cerca de um milhão de seguidores.
Ernest Norman (1904-1971), um engenheiro elétrico que fundou a Academia Unarius de Ciência, em 1954, Dizia ser a encarnação terrena de um arcanjo chamado Raphiel, mas já vivera na terra como outras figuras notáveis, incluindo Confúcio, Sócrates e Jesus. Faleceu em 1971, mas a Unarius ainda se mantém e oferece terapia de vidas passadas para curar todo tipo de mal.
Krishna Venta (1911-1958), fundados da seita Fonte de sabedoria, conhecimento, fé e amor, na Califórnia, no final de 1940. Em 1948, declarou que ele era o Cristo, o novo messias e que chegou à Terra vindo do planeta Neophrates, já extinto. Foi assassinado dois ex-seguidores descontentes que o acusavam de Venta mau uso do dinheiro da seita e de ter abusado de suas esposas.
Ahn Sahng-Hong (1918-1985), sul-coreano que fundou a Igreja de Deus Nova Aliança da Páscoa em 1964, que se tornou a Sociedade Missionária Mundial de Deus. Ele seria a Segunda Vinda de Jesus e depois passou a se declarar o próprio Deus Pai.
Sun Myung Moon (1920-2012), mais conhecido como Reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação. Ensinava ser o Messias e a Segunda Vinda de Cristo, cumprindo a missão inacabada pelo Jesus bíblico. Os membros da Igreja da Unificação ainda consideram Sun Myung Moon e sua esposa, Hak Ja Han, os Verdadeiros Pais da humanidade, Adão e Eva restaurados à sua plenitude.
Jim Jones (1931-1978), fundador do Templo dos Povos. Inicialmente um líder protestante, passou a se dizer reencarnação de Jesus, Akhenaton , Buda e o Divino Pai. Alegando perseguição religiosa nos EUA, levou seus seguidores para Jonestown , Guiana, onde organizou um suicídio coletivo dia 18 de novembro de 1978.
Marshall Applewhite (1931-1997), fundador da seita Portão do céu, usou a internet para se declarar Jesus Cristo e reunir seguidores. Todos cometeram suicídio coletivo dia 26 de março de 1997, quando passou pela Terra o cometa Hale-Bopp . Eles acreditavam que iriam se encontrar com ele no céu, pois na verdade seria uma nave espacial que veio buscá-los.
Wayne Bent (1941 -), seu verdadeiro nome é Michael Travesser. Fundador da Igreja o Senhor é Nossa Justiça. Ele afirma: “Sou a personificação de Deus, sou a divindade e a humanidade combinado”. Iniciou seu seita em 1989, quando convenceu alguns adventistas a abandonarem a igreja e segui-lo numa vida sem pecados. A partir de 2000 disse ter ouvido Deus dizer: “Você é o Messias”. Foi condenado à prisão em 15 de dezembro de 2008, por abuso sexual de menores.
Ariffin Mohammed (1943 -), também conhecido como “Ayah Pin”, fundou a seita Reino dos Céus, na Malásia , em 1975, logo proibida pelo governo. Ele afirma a seus seguidores ter contato direto com os céus, sendo considerado a encarnação de Jesus, bem como de Shiva, de Buda e de Maomé.
Matayoshi Mitsuo (1944 -), um político conservador japonês, que em 1997 criou a Partido Mundial da Comunidade Econômica, com base em sua convicção de que ele é Deus e Cristo. De acordo com seu programa, ele fará o último julgamento como Cristo, mas dentro do sistema político atual.
José Luis de Jesús Miranda (1946 – 2013), porto-riquenho fundador e líder da Igreja Crescendo em Graça. Afirma que o Cristo ressuscitado se apossou do seu corpo em 1973, quando 2 espíritos lhe avisaram disso.  Anunciou que passaria por uma grande transformação em 2012, tornando-se imortal. Sua morte em decorrência de um câncer não é confirmada pela igreja que conta com 710 centros de culto em 25 países.
Inri Cristo (1948 -), um astrólogo brasileiro que afirma desde 1969 ser o segundo Jesus reencarnado. Vive em Brasília, considerado por ele e seus discípulos como a “Nova Jerusalém” mencionada no Apocalipse.
Shoko Asahara (1955 -), fundou o controverso japonês grupo religioso Aum Shinrikyo , em 1984. Ele declarou ser “o Cristo” e ” Cordeiro de Deus “. Seria o único só mestre do Japão plenamente iluminado. Divulgou uma profecia sobre o fim do mundo, que incluiu uma Terceira Guerra Mundial, que terminaria em um bombardeamento nuclear. A humanidade iria acabar, exceto para os poucos que seguissem a Aum. Ficou famoso quando realizou o ataque com gás sarin no metrô de Tóquio em 1995. Desde então está preso e foi condenado à morte, mas ainda aguarda a execução.’
David Koresh (1959-1993), nascido Vernon Wayne Howell, foi o líder da seita “Davidiana” com sede em Waco, Texas. Em 1983 começou a dizer que era o último profeta e “o Filho de Deus, o Cordeiro”. Reuniu seus seguidores e um grande arsenal em uma fazenda, em 1993. O FBI invadiu o local, numa operação que terminou com um incêndio da sede do grupo. Além de Koresh, morreram 54 adultos e 21 crianças.
Hogen Fukunaga (1945 -), fundador no Japão, em 1987, a Ho No Hana Sanpogyo , conhecida como seita da “leitura do pé”. Ele diz ter passado por uma experiência espiritual quando descobriu ser a reencarnação de Jesus Cristo e de Sidarta Gautama, o Buda.
Marina Tsvigun (1960 -), ou Maria Devi Christos, líder da Grande Fraternidade Branca . Em 1990, ela conheceu Yuri Krivonogov, que passou a afirmar que Marina era um novo messias e mais tarde se casou com ela.
Sergey Torop (1961 -), um ex-guarda de trânsito russo, que afirma ter “renascido” como Vissarion, Jesus Cristo embora ressalte que ele não é “Deus”, mas a ” palavra de Deus “. Fundou a Igreja do Último Testamento. Em 1990 mudou-se para o sul da Sibéria, onde vive com seus discípulos na comunidade espiritual Tiberkul Ecopolis. Ele tem várias esposas e diz ter 10 mil espalhados pelo mundo.

Século 21

David Shayler (1965 -) é um inglês, ex-agente do serviço secreto MI5 que, no verão de 2007, proclamou ser o Messias. A “descoberta” da nova identidade veio após o consumo de cogumelos alucinógenos. Afirma que um espírito apareceu e lhe deu a notícia. `Passou então a andar apenas com roupas brancas e sem sapatos. Defende o uso de drogas como algo espiritual. Lançou uma série de vídeos no YouTube onde afirma ser Jesus. Vive com alguns seguidores numa comunidade seminômade, ocupando casas vazias em Londres ou no interior da Inglaterra. Ele afirma ter um “lado mulher” e assume por vezes a personalidade de Delores Kane. Explica que não se trata de homossexualidade. “É como balancear as coisas [os lados feminino e masculino], como se eu pudesse esquecer quem sou “, justifica,
Oscar Ramiro Ortega-Hernandez (1990 -). Em novembro de 2011, disparou nove tiros com um rifle AK-47 contra a Casa Branca, em Washington. Dizendo ser Jesus Cristo, disse que foi enviado para matar o presidente Barack Obama, que seria o Anticristo.
Alan John Miller (1962 -), mais conhecido como AJ Miller. Australiano, é um ex- Testemunha de Jeová e líder do movimento Verdade Divina. Miller afirma ser Jesus Cristo reencarnado e quer espalhar mensagens que ele chama de “Verdade Divina”. Ele faz vários seminários sobre o tema e usa várias formas de mídia, principalmente a internet. Vive com Mary Suzanne Luck, que seria o retorno de Maria Madalena a Terra.


Fonte: Site Gospelprime.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo


Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo

Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo

A pesquisa mostra que os países com menos cristãos são os que recebem menos missionários.
por Leiliane Roberta Lopes


Um estudo realizado pelo Centro Mundial para o Estudo do Cristianismo (Center for the Study of Global Christianity – CSGC) revelou que o Brasil é o segundo país com mais missionários no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
De acordo com esta pesquisa em 2010 mais de 400 mil missionários deixaram seus países para evangelizar em outras partes do mundo, os Estados Unidos enviaram 127 mil e o Brasil 34 mil missionários.
A França e a Espanha empatam ocupando o 3º e 4º lugar, respectivamente, com 21 mil missionários enviados. Itália e Coreia do Sul ficam em 5º e 6º lugar 20 mil voluntários que estão levando a palavra de Deus para outros povos. Reino Unido, Alemanha, Índia e Canadá seguem a lista.
Apesar de estes dados terem muita importância, o estudo mostrou que “os dez países que mais enviaram missionários internacionais em 2010 são os países de origem de 32% dos membros cristãos do mundo, mas enviaram quase 73% dos missionários internacionais”.
Esse desequilíbrio mostrado pela pesquisa percebe que os mesmo países que enviam missionários são os que pouco evangelizam sua própria população.
Outro dado levantado pelo CSGC é que a grande maioria desses missionários deixam seus países e visitam nações que já possuem a maioria de habitantes como cristãos. Enquanto isso os países com a maioria da população não cristã receberam em 2010 apenas 9% dos missionários. Vale lembrar que tais países restringem o trabalho missionário, o que dificulta a entrada de cristãos nessas localidades.

 por Leiliane Roberta Lopes
Fonte: Site Gospelprime

sexta-feira, 7 de junho de 2013


SBB e JMN se unem para evangelizar na Copa das Confederações

Missionários voluntários estarão levando a Palavra de Deus para estrangeiros e brasileiros que gostam de esporte.
por Leiliane Roberta Lopes

 
A Junta de Missões Nacionais e a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) estão juntas no Projeto Avança Brasil que irá realizar a mobilização Jesus Transforma durante a Copa das Confederações que acontecerá entre os dias 15 e 30 de junho no Brasil.
O projeto conta com missionários voluntários que irão aproveitar os jogos esportivos para evangelizar tanto brasileiros como estrangeiros.
Chamado de Trans Copa das Confederações o projeto evangelístico será realizado nas seis cidades onde acontecerão os jogos: Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Algumas ações serão usadas pelos voluntários para atrair o público e mostrar a Palavra de Deus, entre elas o “Golden Goal” que no Brasil será chamado de “Gol de Ouro”, um sistema de desempate de futebol no qual o primeiro time que marca um gol em uma prorrogação vence a partida. Para os missionários o Gol de Ouro é um estilo de evangelização pessoal e direta, quando o público será contatado diretamente pelos missionários.
“Partimos da consideração de que talvez não tenhamos uma segunda chance para semear o Evangelho no coração das pessoas que visitarão o Brasil. Assim, os voluntários serão treinados para desenvolver um diálogo com brasileiros e estrangeiros – se possível, no idioma deles –, através do qual pregarão a boa-nova de maneira clara e direta”, afirma Maurício Martins, gerente Operacional de Evangelismo da Junta de Missões Nacionais da CBB.
Folhetos especialmente criados para turistas serão entregues pelos missionários que também contarão com as igrejas próximas aos estádios que oferecerão aos brasileiros e estrangeiros uma programação contextualizada e interativa, pregando o Evangelho no idioma desses turistas.
Para saber mais sobre este projeto acesse www.avancabrasil.org.


Fonte: Site Gospelprime.com.br

Na volta do “Sai de Baixo”, Caco Antíbes satiriza Marco Feliciano

Há 90 dias o deputado evangélico vem sendo alvo de protestos por ser contra a união gay
por Leiliane Roberta Lopes

Na volta do “Sai de Baixo”, Caco Antíbes satiriza Marco Feliciano Na volta do "Sai de Baixo", Caco Antíbes satiriza Marco Feliciano
O programa humorístico “Sai de Baixo”, exibido entre março de 1996 e março de 2002 pela Rede Globo, voltou a ser rodado em um teatro em São Paulo para um especial do canal Viva que terá quatro episódios.
No primeiro episódio, o personagem de Miguel Falabella, Caco Antíbes, diz que na cadeia onde esteve nos últimos anos ele teve relações com outros homens e que, por este motivo, não se importaria em dormir no mesmo quarto que o personagem de Tony Ramos, que aparece na história como um empregado doméstico.
Ao falar que aceitaria dividir o quarto, Caco disse: “Vou pegar esse urso! Chupa, Feliciano”. A frase levou a plateia ao delírio. Os presentes acharam graça na citação que serve como crítica ao posicionamento do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em relação ao homossexualismo.
Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara o deputado evangélico tem sido alvo de críticas vindas de várias partes da sociedade, incluindo artistas populares.
Feliciano esteve nesta quarta-feira (5) na manifestação em prol da liberdade de expressão, liberdade religiosa e da família tradicional em Brasília e falou sobre este período que tem enfrentado.
Ele falou que os últimos 90 dias ele esteve passando pelo vale das sombra da morte, como está no Salmo 23, e que ele podia dizer com confiança que representa os milhares de evangélicos que estavam reunidos em frente da Esplanada dos Ministérios para mostrar suas crenças e convicções sobre estes assuntos tão polêmicos.

Fonte: Site Gospelprime.com.br

Casamento gay é matéria decidida, diz ex-ministro do STF

Ayres Britto diz que não há mais como impedir o casamento entre pessoas do mesmo sexo
por Leiliane Roberta Lopes

Casamento gay é matéria decidida, diz ex-ministro do STF Casamento gay é matéria decidida, diz ex-ministro do STF
Em entrevista à Rede Globo, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Ayres BrittoAyres Britto, disse que não há mais nada o que se fazer para impedir o casamento gay no Brasil.
Ele foi entrevistado para comentar a manifestação promovida por evangélicos na quarta-feira (5) em Brasília na defesa da família tradicional e em favor da liberdade de expressão e religiosa.
“É matéria vencida, é matéria decidida”, disse Brito. “O Supremo já interpretou e aplicou a Constituição no sentido do reconhecimento da igualdade de direitos, ponto final”, declarou ele.
Em 2012 o STF aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo e no último mês o Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução que obriga os cartórios a realizar o casamento civil entre casais homossexuais.
Essas duas ações dos magistrados brasileiros foram alvos de críticas durante a manifestação que reuniu cerca de 70 mil pessoas em Brasília. O pastor Abner Ferreira, da igreja Assembleia de Deus Madureira (RJ), disse que os evangélicos não vão se submeter a essas leis.
“Independentemente do que for decidido, a Bíblia diz que a prática homossexual é pecado diante de Deus e vocês não vão calar a nossa boca”, afirmou.
Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, também criticou as ações do STF e do CNJ, lembrando que o Congresso ainda não alterou a Constituição Federal que aceita como entidade familiar a união entre um homem e uma mulher.



Fonte: Site Gospelprime.com.br

terça-feira, 4 de junho de 2013

Sobre o Dízimo nas Igrejas...





A VERDADE SOBRE O DÍZIMO NAS IGREJAS CRISTÃS





            É cada  vez mais impressionante a necessidade de refletirmos sobre  a realidade do dízimo em algumas  Igrejas Reformadas ou Tradicionais, nos dias atuais. Vamos nos referir nessas breves linhas de reflexão a este assunto tão importante que, em termos práticos, é desenvolvido desde o Antigo Testamento (AT), anterior à Lei Mosaica (Moisés), e praticado e adotado pela maior parte do Cristianismo como uma prática Bíblica que expressa confiança (fidelidade) e obediência a Deus.

É fato também que, no mundo contemporâneo, e quem sabe há mais tempo ainda, a prática do dízimo tomou um sentido conotativo, fora da realidade em si. Absurdamente, alguns Pastores chegam ao cúmulo de chamar os próprios fiéis da Igreja de ladrões, sem nenhum constrangimento, inclusive na presença de visitantes.

Tais Pastores têm predileção pelo texto bíblico do último dos Profetas Menores, Malaquias, que no capítulo três, versículos oito ao dez (Ml  3.8-10) assim diz: “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais e dizeis: em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas”.

Dizem ainda, de posse deste texto, que aqueles que não “pagam” o dízimo, que não dão o dízimo, que não estão em dia com o dízimo, estão em “estado de maldição”; e mais ainda, que quem não “dá” o dízimo não está salvo, complementando com o texto da primeira carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios capítulo seis, versículo dez (1Cor 6.10) que diz que “Os ladrões não herdarão o reino de Deus”.

Municiam-se, assim, de uma forma lógica de interpretar as Escrituras, o que não é de se espantar, pois muitos procuram instruir-se de alguns conhecimentos de  Filosofia, Psicologia e até de Contabilidade para melhor “conduzir” o rebanho. A lógica é a seguinte: não dá o dízimo – é ladrão; sendo ladrão, não herda o reino de Deus (segundo o último texto citado).

Certa vez, assistindo um culto, testemunhei pessoalmente um fato relacionado ao assunto. Um Pastor disse em certo momento de sua pregação, que um dia foi chamado em uma residência para orar por um Senhor que estava Enfermo no leito; como aquele Senhor não tinha condições de caminhar, mandou um familiar pedir que fosse chamar o Pastor para ir orar por ele.

O Pastor, por sua vez, disse que se negou a ir, que não iria e não foi orar por aquela pessoa, pois ela não era dizimista e, portanto, estava debaixo de maldição, sendo assim não adiantaria de nada orar por alguém que está em débito com Deus. Disse também que a obrigação dele, Pastor, era com os dizimistas fiéis, que eram quem realmente mantinham o salário dele, e que eram fiéis a Deus.

Chegou ao disparate de ameaçar que quem não era dizimista, não o procurasse para orar.

Cabe aqui uma análise mais reflexiva, nem tão profunda, mas simples das Escrituras, pois Jesus veio para os simples e de forma simples (muitas vezes não tinha nem onde dormir), pregava a salvação pela fé e pela graça, na contramão daqueles que hoje, com artifícios, pretextos e falsos ensinos e doutrinas, tentam solapar ou ludibriar a fé, através de interesses escusos, que beneficiam a si mesmo.

No Evangelho do Apóstolo Paulo aos habitantes da Galácia (Gálatas) capítulo três versículo treze (Gl 3.13) está escrito: “Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. 

A Lei, ao invés de justificar, maldiz, pois fazia/faz exigências que as pessoas não podem cumprir, tinha a intenção de revelar o pecado, e não de assegurar a justiça (Rm 4.15; 5.20). Foi uma medida temporária, introduzida para convencer as pessoas de sua necessidade de justificação e de sua incapacidade  de salvar a si mesmas, levando-as, assim,  a Cristo. Ainda, a Lei é inferior à promessa, tendo vindo pelos anjos e por Moisés (Dt 33.2; Sl 68.17; At 7.53; Hb 2.2) em contraste à promessa, que veio direto de Deus para Abraão.

É certo também que a Lei não é contrária à Promessa, elas são complementares. A Lei exigia justiça, mas era impotente para fornecê-la.

Sua função era preparar para o Evangelho, tornando as pessoas conscientes de seus pecados e da necessidade de um Salvador e nos dirigia a Cristo.

Ainda no mesmo Evangelho de Paulo aos Gálatas (Gl 3.25 – 4.7) sob a Lei estamos em estado de imaturidade e cativeiro, mas sob o Evangelho, somos filhos (v. 26) e herdeiros (v. 29).

Veja bem, através de sua morte na Cruz Cristo fez por nós o que não poderíamos fazer. Sua obra, e não a nossa, removeu de nós a maldição por causa da desobediência da Lei.

Através da fé, nós recebemos os benefícios fornecidos por sua morte, incluindo a justificação  (Gl 3.11 “E é evidente que, pela Lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé”). Através da fé, nós recebemos os benefícios fornecidos por sua morte, incluindo a justificação e a promessa do Espírito.

Vemos também em Efésios 1. 3 “Bendito o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bençãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”.

Após esta “passagem” pelas Escrituras, fico a pensar: como pode alguém distorcer a compreensão (ou interpretação) das Escrituras, no que se refere ao Dízimo, qual a intenção ou propósito, se a Cruz de Cristo nos tem abençoado com toda sorte de bênçãos espirituais  e livrou-nos da maldição da condenação da morte eterna por nossos pecados, fazendo-se maldição por nós?

Será que são Judaizantes (que ainda guardam apenas o AT), Legalistas da Lei, que procuram desviar os olhos de suas vítimas da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo para a Lei, ou ainda são aqueles que buscam instrumentalizar o Dízimo  e a Lei como Moeda de troca ou intimidação, com ameaças aos fiéis para que abram seus bolsos generosamente para garantir, em primeiro lugar, salários e sustento próprio, além de fazer “Caixa” com poder de compra para adquirir bens, áreas de terra, construir mais Templos (alguns luxuosos, enormes, pomposos) e até adquirir mansões, jatos particulares e grandes Fazendas de gado, tudo em nome da fé e da “Prosperidade”.

            Ao analisarmos o Novo Testamento (NT) vemos duas referências relacionadas ao Dízimo, no novo pacto. Uma encontrada em Hebreus capítulo  sete (Hb 7) onde diz que Abraão deu o dízimo de tudo à Melquisedeque e outra em Mateus capítulo vinte e três versículo vinte e três (Mt 23.23) onde vemos a referência aos Fariseus, que davam o Dízimo  do endro, da hortelã e do cominho, segundo a Lei, e se esqueciam do mais importante que é o amor.

Jesus se referia aquelas pessoas escrupulosamente atentas às coisas externas mais triviais, como cobrar dízimo por pequenas sementes e plantas, mas se esqueciam dos princípios fundamentais de moralidade. Em Mt 23.24 Jesus usa uma hipérbole (coais um mosquito e engolis um camelo) para ilustrar a cegueira espiritual, que permitia enxergar assuntos triviais ao mesmo tempo que deixava passar itens maiores.

No mesmo capítulo, vemos Jesus afirmar a integridade moral que seus discípulos praticam ao dar o dízimo, não como Lei, mas como uma disciplina aceita.

Ora, Jesus nasceu sob a Lei, na plenitude dos tempos (Gálatas quatro versículo quatro – Gl 4.4), viveu, portanto, debaixo da Lei, que não era contrária à promessa, mas complementar; como dissemos anteriormente, a Lei tinha a função de tornar as pessoas conscientes de seu pecado e da necessidade de um Salvador, o qual viria para estabelecer um novo pacto, um novo Testamento.

            Mas um Testamento, ou vontade, não tem autoridade legal até a morte da pessoa que o fez, por isso a morte de Cristo foi necessária para o estabelecimento do Novo Testamento. Com a morte do Testador (Jesus Cristo) ocorre o fim do antigo pacto (Hb 9.16,17 “Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do Testador, porque um Testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o Testador vive?”).

Com a morte de Cristo inicia-se um novo pacto, uma superior aliança (Hb 8.6 “Agora, com efeito, obteve Jesus Ministério mais excelente, quanto é ele também, Mediador de superior aliança”). A morte de Cristo nos deu condições de receber de graça o perdão pelas nossas iniqüidades, das quais fomos sarados e livres da condenação da morte eterna.

A graça recebida na cruz de Cristo foi revelada aos Gentios, quando Deus ensinou a Paulo,  Apóstolo, um novo Evangelho, que ele não consultou nem carne, nem sangue, recebendo então, Paulo, o Evangelho da Graça e, por ele hoje vivemos, na nova aliança. Enquanto a antiga aliança podia trazer apenas uma lembrança dos pecados, pela Lei,  a nova aliança, pela Graça,  traz o verdadeiro perdão.

Até aqui procuramos trazer, para uma melhor compreensão do assunto, a verdade com base nas Escrituras, e fica o questionamento:



E aí,  quem é o verdadeiro ladrão?



Em João capítulo dez (Jo 10) o próprio Jesus diz que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra porta, é ladrão e salteador. A porta referida é ele próprio, Jesus Cristo. Com Ele e com sua obra está a Salvação.

Aqueles que vieram antes de Jesus e desviaram seu olhar da obra de Jesus e de sua Cruz redentora, movidos por interesses próprios, ambiciosos e egoístas, são os mesmos que ainda hoje agem de forma fraudulenta, aviltando o sangue purificador derramado na Cruz do Calvário. Estes, são os Mercenários, larápios e mercantilistas da fé, que agem de forma preocupada consigo mesmo, com sua autoconservação, e que não são Pastores de ovelhas, mas lobos vorazes.

O bom Pastor conhece as suas ovelhas e delas é conhecido. O bom Pastor quando vê uma ovelha ferida, vai em busca dela  e cuida dela e sara as suas feridas e a traz para o seu aprisco. Mas o Mercenário, que não é Pastor (falso Pastor) quando vê vir o lobo deixa as ovelhas e foge e o lobo as arrebata e dispersa.

Infelizmente, muitos são os Mercenários da fé, que nesta última hora têm enganado a muitos, pois têm medo de ficar sem o seu sustento – em Rm 16.18 está escrito: “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suas palavras e lisonjas enganam os corações dos simples”.

Para os Larápios da fé, se a pessoa não “dá” ou “não paga” o dizimo, não está salva. Ora, é um julgamento precipitado e equivocado da realidade do dízimo, poderíamos deduzir então que, para estes, que assim julgam e procedem, quem salva, então,  não é a morte de Cristo na Cruz, quem salva é o dízimo.

A Escritura Sagrada nos assegura que quem salva e purifica, é Jesus Cristo, que já comprou os nossos pecados por um alto preço (preço de sangue) e o dízimo não tem poder para isso; dízimo não compra pecados,  dízimo não  compra a Salvação da alma.



Mas então, como se deve ofertar?



No Novo Testamento, o Apóstolo Paulo ensina a maneira de arrecadação (2Cor 9.7) “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria”. Deus tem interesse no coração humano, ofertar é um ato de amor em relação ao próximo e a Deus.

Toda ajuda que as Igrejas recebem, na forma de Dízimos e ofertas, são para que haja mantimentos na Casa do Senhor e devem ser destinadas a saldar encargos que elas têm como contas de água, luz, telefone, manutenção predial, etc..., mas principalmente destinar ajuda aos pobres,  aos órfãos, viúvas,  necessitados, de forma a partilhar e expressar  o verdadeiro amor a Deus e ao próximo.

Em 2Cor 8.12 está escrito: “Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem e não segundo o que não tem”. Ou seja, eu dou aquilo que está nas minhas posses, aquilo que eu posso, e o importante é o desejo (do coração) de dar e não a quantia dada.

Há Pastores que chegam ao cúmulo de estabelecer quantias a serem dadas para colher ofertas, defraudando, espoliando a forma correta e espontânea de doação das mesmas. A oferta deve vir do coração, do desejo de dar, da espontaneidade, e não da coação ou indução à quantidade estimada por algum homem.

Há casos de pessoas recém chegadas em Igrejas, ou de pessoas que estão prestes a se batizarem, passarem por uma sabatina, onde as mesmas são questionadas se  estão dispostas a pagarem 10% de seus rendimentos mensais, a fim de serem admitidas como membros daquela Igreja.

Em outros casos há  ameaças (inclusive de maldição), e procurando levar medo e temor aos fiéis para que lhes obedeçam, são usados  diversos artifícios e jargões do tipo “não roube a Deus”, dê uma oferta “generosa”, de “expressão” a Deus, “abra a sua mão”,  ou “deixe as suas moedas de lado, Deus não quer migalhas”, como se Deus estipulasse quantidade e valor para algo que deve vir de uma atitude livre, voluntária e espontânea.

Sempre é bom lembrarmos que a graça do Senhor nos deu liberdade, com amor,  em Cristo Jesus; e não estamos debaixo das obras da lei, mas das obras da fé, pois pela graça fomos e somos salvos, por meio da fé, e isso é dom de Deus.

Em Gl 3.10 está escrito: “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei, estão debaixo da maldição...”, então se há alguma maldição é naqueles que ainda insistem usar  as obras da lei como forma de rebusque.

Ao final desta breve reflexão sobre  Dízimos e ofertas, queremos deixar claro que procuramos esclarecer esta prática, que deve ocorrer de forma livre e deliberada, reconhecendo que Deus é o Senhor de tudo, que criou os céus e a terra, e que tudo provém daquilo que ele criou e nos concedeu, nós, portanto, como Mordomos, apenas administramos e retribuímos uma porção, pela Graça e pela Fé.

De graça recebemos, de graça damos.



Na paz de Cristo!


Autor: Adilson Luis Machado





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