segunda-feira, 12 de março de 2018

Isaías 17 na atualidade

A história se repete


Isaías 17 na atualidade
Em 2017 escrevi um artigo testemunhando os fatos que ocorrem aqui no Oriente Médio e fiz menção ao conflito sírio que já dizimou brutalmente milhares de pessoas, entre elas crianças, velhos e mulheres. A guerra que nos últimos anos tem castigado a Síria é parte de um cenário profético?
Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas. (Isaías 17:1)
A Síria se tornou um país falido, endividado e que os despojos estão sendo tomados principalmente pela Rússia e Irã. Por outro lado, o governo turco também tem realizado diversos ataques na região de Afrin (noroeste da Síria) com o objetivo de eliminar as milícias curdas, considerada terrorista pelo governo de Erdogan.
Infelizmente a Síria se tornou um laboratório a céu aberto onde testes químicos ou de teor atômico, com menor potência, tem destruído cidades inteiras.
Recentemente Israel atacou cerca de 12 bases militares na Síria por causa de uma invasão aérea iraniana. Essas bases eram utilizadas pelo Irã para a construção e estoque de mísseis de precisão, onde parte desse material seria contrabandeado para as forças terroristas islâmica do Hezbollah (partido de Allah) no Líbano.
O governo iraniano tem se aproveitado da situação na Síria para desenvolver e testar sua tecnologia armamentista e principalmente fortalecer seus aliados contra Israel.
Por outro lado, a Rússia tem uma base militar poderosa instalada no porto de Tartus com objetivos estratégicos no Oriente Médio e Europa. Isso explica o grande interesse da Rússia de ainda manter relações governamentais com o ditador Sírio, Bashar al-Assad.
Não é a primeira vez que a Síria se tornou um cenário de destruição. A cidade de Damasco foi invadida anteriormente pelo exército assírio de Tiglate-Pileser III, no ano 732 aC, que deportou milhares de sírios e causou sérios danos a Nação.
Atualmente a história tem se repetido. A cidade de Damasco e a nação Síria se tornaram novamente um caos diante do atual conflito sangrento que assola a população diante de nossos olhos.
Hoje não temos o imperador Tiglate-Pileser III, mas temos líderes de grandes potências e seus aliados medindo forças no campo de batalha. Tempos também as disputas de facções islâmicas, que são as verdadeiras causadoras desse terrível e incontrolável conflito.
Novamente o versículo 12 se faz atual ao dizer; Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas.
Não discordo daqueles que justificam o cumprimento da profecia de Isaias no passado, muito pelo contrário. Mas não podemos minimizar os fatos e dizer que os acontecimentos na Síria não podem ser vistos como um sinal atual dos tempos finais.
Como mencionei anteriormente, a história tem se repetido, o cenário mundial tem sido preparado para um período de tribulações, inclusive já estamos vendo e sentindo alguns dos efeitos. Não somente no Oriente Médio, mas em todo o mundo.
Hoje temos o Egito guerreando contra terroristas do Estado Islâmico instalados no Sinai e em Gaza. Na Jordânia temos um governo praticamente falido e o país em crise tomando todas precauções para não ser atingido pelos conflitos da região.
No Líbano temos dois governos, um oficial, e outro comandado pelas forças terroristas do Hezbollah que está prestes a iniciar uma nova guerra contra Israel por influência do Irã e, finalmente a Síria praticamente destruída.
Para finalizar quero chamar a atenção para o fato de que muitas pessoas estão se “alegrando” nas redes sociais com as tragédias por causa do anseio pelo cumprimento de profecias. Não devemos estar felizes, mas devemos orar pedindo a Deus por misericórdia e livramento pois a assolação será em todos os lugares.
Ai daqueles que desejam o dia do Senhor! Para que quereis vós este dia do Senhor? Será de trevas e não de luz. Amós 5:18

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Rosto de Trump é sugerido para “moeda do Terceiro Templo”

Efigie do rei Ciro e do presidente americano estarão em moeda de meio shekel de prata


Rosto de Trump é sugerido para "moeda do Terceiro Templo"
Quando o Deus de Israel começou a estabelecer as regras pelo qual seu povo deveria viver, algumas delas incluíam as ofertas. Em Êxodo 30:15, lê-se: “O rico não dará mais, nem o pobre dará menos do que o meio siclo, quando derem a oferta do Senhor, para fazerdes expiação por vossas almas”.
O termo “siclo” é a tradução de shekel, nome dado à moeda de Israel até hoje. Como preparação para o Terceiro Templo, onde as ofertas bíblicas voltariam a ser entregues.
Agora, o novo Sinédrio, juntamente com o Centro Educacional Mikdash [Templo] estão propondo que seja cunhada uma réplica do meio siclo de prata, que cada homem judeu deve ofertar anualmente ao Templo.
Como reconhecimento ao presidente dos EUA, Donald Trump, por reconhecer Jerusalém como a capital de Jerusalém, sua efigie estará na moeda, junto à de Ciro, rei persa que permitiu que os judeus construíssem o Segundo Templo, dando fim ao exílio babilônico, em 538 a.C.
O rabino Hillel Weiss, presidente da Associação Mikdash & Tsion, responsável pelas reconstituições de ofertas no Templo e representa todos os movimentos em prol do Terceiro Templo, explicou que a motivação para colocar a imagem do presidente dos EUA sobre a moeda foi em agradecimento pelo apoio de Israel.
“A gratidão é um aspecto importante e sagrado de nossa cultura”, disse o rabino Weiss, que também é o porta-voz do Sinédrio. “Trump fez um ato grandioso e histórico, pelo qual o povo judeu é grato”.
Na proposta da moeda – que pode ser vista no site do Centro Educacional Mikdash  – há uma inscrição que menciona o Lord Arthur Balfour, Ministro das Relações Exteriores britânico que assinou a “Declaração de Balfour”, pedindo o estabelecimento de uma pátria judaica no que era o mandato britânico da Palestina.
Moeda do Terceiro Templo.
Proposta para moeda do Terceiro Templo.
No lado oposto da moeda será gravado uma imagem do Templo.
O rabino Weiss enfatizou que Ciro e Balfour, não eram judeus, mas desempenharam um papel extremamente importante na história de Israel. “A agenda política de Trump só pode ser bem-sucedida se estiver focada na construção do Terceiro Templo, no lugar que Deus escolheu: o Monte do Templo. Ele não deve apoiar a solução de dois Estados, ou isso levará à sua queda”, afirmou.
“O presidente Trump não pode permitir que os árabes acreditem que a metade de Jerusalém, e muito menos o Monte do Templo irão ficar com eles”, alertou o rabino. “Esta moeda servirá como um sinal de nossa gratidão e também como uma lembrança do que ainda precisa ser feito. Qualquer um que tiver essa moeda está mostrando que concorda com ambos os aspectos: a gratidão pelo que Trump fez e o alerta que Jerusalém é o lugar do Templo judaico”. Com informações de Breaking Israel News

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

CNBB pode orientar católicos a não votarem em Bolsonaro

“Queremos candidatos comprometidos com a justiça social e a paz”, diz órgão historicamente ligado a partidos de esquerda.


CNBB pode orientar fiéis a não votarem em Bolsonaro
A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançou nesta quarta (14) a Campanha da Fraternidade de 2018, cujo tema é “fraternidade e superação da violência”. O lema escolhido é o texto bíblico “Vóis sois todos irmãos” (Mt 23,8). O foco seria debater a segurança pública, ressaltando os homicídios no país, especialmente contra jovens negros, além do trabalho escravo.
O início oficial da campanha ocorreu na sede da Conferência em Brasília, contando com a presença da ministra e presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, e do deputado federal Alessandro Molon (REDE/RJ). O presidente da CNBB e arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Sérgio da Rocha, disse que a Igreja Católica não apoiará candidatos à Presidência da República que “promovam a violência”. Embora não tenha nomeado diretamente a nenhum dos pré-candidatos, a cúpula da Igreja ressalta que apoia a campanha do desarmamento. Estas posições são um contraponto direto às propostas de Jair Bolsonaro (PSC/RJ), o único que coloca questões de segurança como prioridade e defende a ampliação do porte de armas no país.
“É lamentável que se apresente soluções para superar a violência recorrendo a mais violência. A Igreja, é claro, nessas eleições, como sempre faz, estará orientando os próprios eleitores, não substituindo a consciência dos eleitores, mas ajudando a formar consciência. Nós queremos candidatos comprometidos com a justiça social e a paz. Não [queremos] candidatos que promovam ainda mais a violência”, declarou Rocha.
O cardeal insiste que a vontade da Igreja é mostrar que a busca da Justiça não passa por “soluções simplistas nem reações emocionais”. Defende também que os investimentos em segurança pública precisam ser acompanhados por outros maiores visando assegurar a qualidade de vida da população.
A CNBB também criticou as reformas promovidas pelo governo de Michel Temer. O secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, afirmou que “Os textos [da Campanha da Fraternidade] não abordam diretamente [as reformas], mas é claro que são violências. Nós sentimos isso. Vejo que até o Carnaval, no enredo, mostrou tanto a violência quanto a corrupção, as chamadas reformas sem ouvir o povo, os aposentados”.
Historicamente alinhada aos partidos de esquerda e movimentos como MST, a postura da CNBB não surpreende. Nas últimas semanas vieram à tona uma série de evidências que há bispos diretamente envolvidos na campanha do ex-presidente Lula. Com informações de UOL

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Campanha pede que cristãos não votem em partidos que defendem o aborto

Conheça a posição das legendas que pedem a legalização do aborto no Brasil


Não vote em partidos que defendem o aborto
Em ano de eleições e com o país sendo constantemente bombardeado com denúncias e escândalos de corrupção, a expectativa é que haja uma mudança significativa na formação do Congresso Nacional.
Contudo, uma sociedade não é formada apenas de questões econômicas. As pautas morais, a longo prazo, contribuem muito para a formação de uma nação. Embora a Constituição preveja a independência entre os poderes, algumas decisões tomadas pelo Judiciário atropelaram o status quo e, pela decisão de juízes que não foram eleitos para representar o povo, na prática foram legalizados o casamento gay e o aborto em casos específicos.
Possivelmente a próxima configuração do Congresso irá abordar esses temas e – espera-se – determinar a legalidade ou ilegalidade dessas práticas. Ainda que no Brasil muitas vezes vale a opinião que “voto na pessoa, não partido”, o fato é que seguidamente os representantes eleitos ficam refém das decisões de suas legendas.
Uma campanha nas redes sociais, ainda que tímida, pede que os conservadores de modo geral e os cristãos mais especificamente, evitem votar em partidos que defendem o aborto em seus estatutos.
Uma consulta aos sites oficiais mostra que são favoráveis à legalização do aborto no Brasil o Partido Verde (PV), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), o Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partido dos Trabalhadores (PT) e a REDE Sustentabilidade.

Os fatos

O programa oficial do PV defende a “legalização da interrupção voluntária da gravidez com um esforço permanente para redução cada vez maior da sua prática através de uma campanha educativa de mulheres e homens para evitar a gravidez indesejada”.
Partidos como PSTU, PCdoB e PCB costumam se manifestar publicamente dando apoio ao Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização do Aborto, em 28 de setembro.
O PCdoB usou as redes para fazer um post alusivo à data em seu perfil no Facebook. Enquanto o PCB elaborou um manifesto que diz: “O aborto não mata, o que mata é a clandestinidade, é a violação dos direitos humanos e reprodutivos das mulheres, é a legitimação/legalização do estupro, tudo baseado numa ideia religiosa (as células fecundadas já seriam pessoas), portanto, ignorando totalmente a laicidade do Estado brasileiro”.
No final de 2017, o PSOL divulgou uma carta onde se comprometia a “seguir intervindo na institucionalidade a favor da luta feminista e dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres”. Em outras palavras, a legalização do aborto. Na mesma época, o partido tentou junto ao Supremo a descriminalização da interrupção da gestação no Brasil até a 12ª semana em todos os casos. Porém, não obteve sucesso.
Uma nota oficial do PPS, partido que poderá abraçar a eventual candidatura de Luciano Huck a presidente, diz claramente: “Nosso partido, como organização laica que é, reconhece a maternidade como um direito e uma escolha, e assume posição clara em defesa da descriminalização do aborto, por considerá-lo uma questão de saúde pública, e de direito e autonomia da mulher”.
O PSTU traz em seu site a sua postura de forma contundente: “Descriminalizar e legalizar o aborto é garantir o direito das mulheres trabalhadoras à vida, por isso essa reivindicação deve ser tomada pelo conjunto dos trabalhadores. Não podemos admitir nem uma morte [de mulheres] a mais porque setores conservadores e reacionários no poder se negam a conceder esse direito às mulheres”.
O coletivo feminino do PCO diz  na sua página oficial que: “A moral e a religião não pertencem a essa discussão, a decisão sobre a continuidade ou não de uma gestação pertence a mulher”.
O PT durante a campanha para eleger Dilma Rousseff em 2010 havia dito que não mais defenderia essa pauta. Contudo, mostraram com o tempo que isso não era verdade e se mostraram responsáveis por um lobby social contínuo através de movimentos feministas ligados ao partido. No ano passado o partido tentou barrar de todas as formas as ações pela proibição do aborto no Congresso, não escondendo mais sua verdadeira face.
O caso da Rede Sustentabilidade talvez seja o mais confuso. Sua líder e pré-candidata à presidência Marina Silva, que é evangélica, diz ser pessoalmente contra, mas no passado perdeu o apoio de grande parte das lideranças evangélicas por não ter um posicionamento claro sobre o assunto. Ela passou a defender então um “plebiscito” .
“Me perguntam se eu sou favorável ao aborto e eu digo que não sou. Mas a legislação que está aprovada deve ser cumprida… no caso do aborto, como envolve aspectos espirituais e filosóficos, no meu entendimento se deve fazer um plebiscito”, afirmou ela quando ainda estava no PV.
Contudo, no site do seu partido há diferentes textos que mostram que a legalização é uma pauta defendida pela sigla.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Acredite, há pastores defendendo Lula

“Manifesto em favor de um juízo justo para o ex-presidente Lula” é assinado por Ariovaldo Ramos e outros nomes conhecidos


Acredite, há pastores defendendo Lula
O pastor Ariovaldo Ramos já foi muito influente na Igreja brasileira, figurinha carimbada em grandes eventos, ajudou a formar uma geração inteira de pastores. Ele esteve envolvido com vários ministérios conhecidos como o SEPAL. Foi presidente da Aliança Evangélica do Brasil e da Visão Mundial. Por muitos anos serviu de interlocutor de uma parcela dos evangélicos com os governos petistas.
Contudo, nos últimos anos a militância política parece ser a sua prioridade. Parece estranho ver um pastor que já gozou de influência ser reduzido a um “porta-voz para os evangélicos” dos movimentos marxistas. Apesar de toda a desgraça causada pelo bolivarianismo na Venezuela, mantém seu apoio a ideologia de Chávez e Maduro.  Nas vésperas da votação pelo impeachment de Dilma Rousseff, ele reuniu-se a outros teólogos liberais e formou a “Frente Evangélica Pelo Estado de Direito”, para defender a ex-presidente.  Mais recentemente, Ariovaldo reclamou publicamente várias vezes de Sérgio Moro e defendeu Lula levando vários outros líderes evangélicos a se posicionarem contra a Lava Jato. Curiosamente, não há registro que tenha reclamado das centenas de denúncias de corrupção que envolvem os governos de Lula e Dilma.  Agora, ele é um dos autores do “Manifesto de religiosos e religiosas em favor de um juízo justo para o ex-presidente Lula”, uma carta-aberta aos juízes do TRT4, que votarão nesta quarta (24) em segunda instância o processo envolvendo o tríplex da OAS dado ao ex-presidente como pagamento de propina.  
Ecoando a narrativa esquerdista que “não há provas” – muito embora o juiz Sérgio Moro tenha arrolado todas elas, além dos relatos dos delatores –  o Manifesto foi assinado por mais de 50 líderes religiosos, incluindo muitos pastores evangélicos, de igrejas luteranas e anglicanas. Também há uma série de padres católicos e até não cristãos, como um sacerdote wicca, uma forma de bruxaria moderna, e um representante do Movimento Espíritas pelos Direitos Humanos.
Entre os nomes mais conhecidos que assinam o documento estão Ariovaldo Ramos, Alexandre Brasil Fonseca (ligado à ABUB), Lusmarina Campos Garcia, influente líder ecumênica do Rio de Janeiro e Walter Altmann, ex-Moderador do Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas.  O tal Manifesto usa porções bíblicas, trechos de reportagens sobre o julgamento e frases históricas para advogar a inocência de Lula.  Um trecho diz: “Uma tradição antiga vinda do livro de Deuteronômio conclama os juízes dizendo: “Não sereis parciais no juízo; ouvireis assim o pequeno como o grande…” (Deuteronômio 1:17). E a tradição profética liga justiça à verdade para fins da construção da paz: “Eis as coisas que deveis fazer: falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas segundo a verdade em favor da paz” (Zacarias 8:16). O juízo que produziu a sentença condenatória do cidadão e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva parece afastar-se tanto da imparcialidade quanto da busca pela verdade com fins de construção da paz”.   
Ele também insiste que Lula não era proprietário do imóvel, ataca o juiz Sérgio Moro e diz que “Não se pode condenar alguém por uma presunção de corrupção”. Encerra citando o norte-americano John Adams, um dos líderes da batalha pela independência dos EUA, que disse certa vez: “é preferível absolver vários culpados do que condenar um inocente”.
Por mais inócua que possa parecer a manifestação de Ariovaldo e dos demais pastores, chama atenção o fato de que ainda há pessoas trazendo a ideologia esquerdista para a igreja, justificando isso com a Bíblia e influenciando pessoas. Estranhamente, alguns dos que assinaram o Manifesto em outros momentos criticaram abertamente pastores evangélicos conservadores por misturarem sua “visão política” com a mensagem do evangelho que pregam.
O manifesto pode ser lido na íntegra aqui.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Orações atendidas: Evo Morales suspende criminalização das igrejas

Em diversas oportunidades, pastores convocaram os membros das igrejas para jejuns e orações. Agora suas orações estão sendo respondidas.


Orações atendidas: Evo Morales suspende criminalização das igrejas
O portal Gospel Prime foi o primeiro site em português a anunciar a tentativa do governo comunista da Bolívia em criminalizar a evangelização. Agora anunciamos a decisão do presidente Evo Morales de suspender a implantação do Novo Código Penal.Após mais de um mês de protestos, marchas, conflitos com a polícia, e campanhas de oração, o presidente deu uma entrevista neste domingo na televisão da Bolívia, onde afirmou: “Para evitar que a direita use o Código para desestabilizar o Estado, decidimos revogar todo o Código Penal”.Morales enviará o pedido formal à Assembléia Legislativa para suspender completamente o Código de Sistema Penal e evitar que haja mais protestos. Ele afirmou que ouviu “a preocupação das organizações sociais” e decidiu tomar a decisão, “para evitar a confusão e o medo baseado em mentiras nas redes sociais”.
O anúncio de Evo foi feito na véspera do aniversário de 12 anos de seu mandato. Porém, deixou claro que seu desejo é “elaborar outra norma, com o consenso dos setores sociais”.
Nas últimas semanas, grande parte da sociedade boliviana vinha protestando contra as limitações das liberdades individuais, pois o governo de Morales impunha censura à imprensa e, na prática, criminalizava atividades da igreja como a evangelização. Nos primeiros dias após o Código ser anunciado, lideranças evangélicas e católicas fizeram muita pressão junto ao público, em um país onde cerca de 90% da população é cristã. Em diversas oportunidades, pastores convocaram os membros das igrejas para jejuns e orações. Agora suas orações estão sendo respondidas. Com informações EL DEBER


Franklin Graham: “A esquerda está tentando destruir Trump”

Evangelista elogiou o presidente dos EUA por sua defesa do cristianismo





Franklin Graham: "A esquerda está tentando destruir Trump"

O presidente Donald Trump completa um ano na Casa Branca sob pesadas críticas e colecionando polêmicas por não seguir a linha “politicamente correta” de Barack Obama.
Após seus comentários sobre os países de onde vem a maioria dos imigrantes dos EUA, vários pastores que antes o apoiavam decidiram romper com ele. Mas durante o programa Fox and Friends deste domingo (21), o pastor Franklin Graham saiu em defesa de Trump.
O filho de Billy Graham e um dos maiores apoiadores do presidente desde a campanha disse que o republicano está preocupado com a liberdade religiosa das pessoas de todo o mundo, algo que desagrada muita gente. Afinal, ele está defendendo as minorias religiosas do Oriente Médio, em especial os cristãos.“Eu bato palmas para o que ele fez neste primeiro ano, mesmo que venha sendo atacado desde o primeiro dia”, disse Graham. “A esquerda está tentando destruir esse homem. É quase como se estivéssemos em meio a um ‘golpe de Estado’ digital, é isso que [a mídia] fazem. Eles estão querendo forçá-lo a sair do poder, estão querendo assumir o controle do governo. Nós precisamos orar por esse homem”.
Segundo o pastor, “Ele é o presidente. Se você votou nele ou não, não importa. Se ele for bem-sucedido, todos nós também seremos. Se ele falhar, todos nós falhamos”.Graham também listou o que ele considera serem os triunfos de Trump no ano passado. “O Estado Islâmico foi derrotado no Iraque e na Síria… Precisamos dar a ele o crédito por isso… Para mim, como cristão, é preciso apoiar o trabalho que ele faz. Ele é um homem de negócios, não é um político, o que eu acho que acaba sendo tão bom. Ele não joga pelas regras do mesmo jogo político de sempre. Ele é um empresário tentando consertar um sistema quebrado”.
Embora reconheça que Trump “não é o presidente perfeito, pois tem suas falhas como todos nós”, o dever de todo cristão é orar pelas pessoas em posição de autoridade. “Como cristão, eu o apoio e oro por ele… eu digo ‘Deus abençoe este homem’ e vamos avançar”
Para o pastor, Trump é “o presidente que eu já vi que mais defendeu o cristianismo”. Em diversas vezes falou sobre Jesus em público e “Esse é o nome que [este mundo] odeia”. Com informações de CBN e Fox News