terça-feira, 3 de setembro de 2019

28ª IGREJA QUADRANGULAR DE SANTA MARIA - LEVANDO A PALAVRA À SANTIAGO - RS










segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Culto de Ceia e aniversário 28ª Igreja do Evangelho Quadrangular SANTA M...

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Pe. Zezinho afirma que “gritaria mundial sobre incêndios na Amazônia é histérica”

Pe Zezinho incêndio Amazônia
CC
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E arremata: "No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários"

Em sua página no Facebook, o pe. Zezinho se manifestou a respeito da guerra de narrativas ideológicas que vem sendo alimentada mundo afora no tocante às queimadas na Amazônia:

“Estão é botando fogo no Brasil”

Fiz uma canção sobre a Amazônia e assino embaixo até hoje. Mas sou bem inteligente para saber que estes incêndios já têm mais de 40 anos. Não aconteceram apenas hoje e não é só porque o atual governo não legislou que as chuvas destes períodos apagassem tais incêndios.
Há o fenômeno natural da seca nestes meses e há o crime dos que intencionalmente fazem queimadas.
Assim como não culpei nem FHC, nem Lula, nem Dilma, nem Temer, não culpo Bolsonaro. Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro.
Esta gritaria mundial é histérica. Não vejo ninguém culpando Trump pelos incêndios na Califórnia, nem o Governo Português pelos incêndios em Portugal.
Continuarei a cantar “AMAZÔNIA, É PROIBIDO QUEIMAR E MATAR“, mas sei que tudo não começou apenas há seis meses.
Bom senso ajudará a ler a mídia, determinada em arrasar com o Bolsonaro. Todos sabem das dívidas impagáveis de alguns inimigos do atual presidente!
Não votei nele, nem em Haddad, mas se Haddad tivesse ganho, os incêndios continuariam, até porque o país não tem como controlar o clima nem a maioria dos incendiários que querem tudo, menos que a atual democracia dê certo. Querem outro regime político no Brasil.
No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários.



domingo, 18 de agosto de 2019

Como morreram e onde estão os restos mortais dos apóstolos

Após o Pentecostes, os discípulos de Jesus foram levar o Evangelho para diversas partes do mundo e foram perseguidos e mortos por isso.
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Baseado em pesquisas atualizadas por arqueólogos, o jornal National Catholic Register listou os lugares onde estariam os túmulos os apóstolos de Jesus.
Simão, chamado Pedro, e seu irmão André; Tiago Maior (filho de Zebedeu) e seu irmão João; Felipe e Bartolomeu (Natanael); Tomé e Mateus, o publicano; Tiago Menor (filho de Alfeu); Simão, o cananeu, Judas Tadeu e Matias, que foi substituto de Judas Iscariotes, que traiu Jesus.

Pedro

Mosaico na Igreja de São Salvador em Chora, Istambul. (Foto: Wikipedia)
O apóstolo Pedro foi crucificado de cabeça para baixo por Nero, por volta do ano 64 na colina do Vaticano. O corpo do apóstolo foi recuperado por cristãos e foi enterrado em um cemitério próximo.
O imperador Constantino, por volta do ano 326, nivelou o que restava da arena e da coluna e ali ergueu uma grande basílica com o altar-mor colocado sobre o túmulo de Pedro.
Mas ao longo dos anos a localização do túmulo foi perdida, ainda assim a tradição católica segue acreditando que os ossos de Pedro estão debaixo do altar da basílica.
Em 1939, enquanto os trabalhadores cavavam uma sepultura para o Papa Pio XI, foi encontrado uma mausoléu do século II com ossos de um homem robusto e de idade avançada.
Ali também foram encontradas orações e petições a São Pedro na parede do túmulo e uma inscrição que dizia: “Pedro está dentro”.
*clique em próxima para continuar lendo…

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Bolsonaro promete garantir imunidade as igrejas e descomplicar prestação de contas

Presidente falou com jornalistas no Palácio do Planalto.
Michael Caceres
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Jair Bolsonaro com caneta BIC na mão. (Foto: Reprodução)
Antes de se encontrar com as principais lideranças evangélicas do país, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou que estuda garantir o direito de imunidade as igrejas e simplificar o processo de prestação de contas das organizações religiosas.
As igrejas e entidades religiosas, assim como sindicatos, clubes de futebol e partidos políticos, não pagam impostos relativos ao seu patrimônio, como IPTU de locais de culto e IPVA de automóveis que pertençam a elas. Mas são obrigadas a recolher contribuições não relacionadas às suas atividades religiosas como PIS, Cofins e o INSS de seus funcionários.
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“Tem uma dúvida muito grande da Constituição quando fala de isenção de impostos. Então esse assunto vem sendo discutido com vários setores da sociedade. Outros setores também. Essa que é a intenção nossa, é discutir esse assunto. E se chegarmos à conclusão que tem amparo legal para você acabar com alguma taxa, então acaba”, disse Bolsonaro a jornalistas.
Bolsonaro também sinalizou que precisa descomplicar a prestação de contas das igrejas, algo que já havia sido tratado em outra ocasião, quando se encontrou com representantes da Frente Parlamentar Evangélica para tratar do tema com o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra.
“Agora uma coisa importante também é descomplicar. Não pode cada igreja ter que ter um contador, ninguém aguenta isso”, acrescentou o presidente, que disse não querer “taxar mais ninguém”.
O presidente também afirmou que pretende “fazer justiça com os pastores, com os padres, nessa questão tributária”, sinalizando que deverá atender as demandas dos líderes religiosos.