sexta-feira, 7 de abril de 2017

Lideranças evangélicas pedem que Brasil mude postura em relação a Israel

Deputado Lucena pediu ao MRE “mais equilíbrio” em votações nas Nações Unidas


Lideranças pedem que Brasil mude postura em relação a Israel
O deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) articulou mais um encontro de lideranças evangélicas nacionais com o Ministério das Relações Exteriores para debater a postura do governo brasileiro em relação a Israel.
Nas últimas votações ocorridas em vários âmbitos nas Nações Unidas, a opção do Brasil foi contrária, apoiando resoluções que condenam o Estado judeu e negam seu vínculo histórico e religioso com lugares santos, incluindo a capital Jerusalém.
O novo ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, recebeu, além do deputado Lucena, pastores evangélicos e membros do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB), incluindo os apóstolos Paulo de Tarso Fernandes, Francisco Maia Nicolau, Joaquim José da Silva Jr., Paulo Tércio, Leoníldio Oliveira e Marcus Arrais, além das apóstolas Neuza Itioka e Valnice Milhomens.

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Eles expressaram sua preocupação com a política externa do país, que ao longo da história sempre teve em Israel uma nação amiga. Por isso, o grupo solicitou a Aloysio Nunes que o Brasil busque “mais equilíbrio e imparcialidade” nas votações. A 201ª Sessão Deliberativa do Comitê Executivo da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), será realizada nos dias 26 e 27 de abril.
Na última sessão, realizada em outubro de 2016, o Brasil acabou acompanhando os países islâmicos e aprovou uma resolução que negava a ligação histórica do Monte do Templo com Israel e considera Jerusalém como “território ocupado”. Apesar de ter reclamado que o texto era “parcial e desequilibrado”, a chancelaria ficou do lado da maioria.
O discurso oficial do governo Temer tem enfatizado que o Brasil defende a busca da paz entra israelenses e palestinos, algo que só seria alcançado com a chamada “solução dos dois estados”. Contudo, para isso seria necessário dividir Jerusalém em duas, entregando a porção Oriental para a Autoridade Palestina.
Roberto de Lucena, que além de parlamentar é pastor evangélico, enfatizou que “a maioria da população brasileira é cristã e os cristãos tem Israel como sua segunda Pátria”.
Ele explicou a iniciativa de procurar Aloysio Nunes, a exemplo do que foi feito com seu antecessor, José Serra:  “Viemos trazer ao nosso chanceler e à diplomacia brasileira o apoio de parcela significativa do povo evangélico que se sente representado por essas lideranças. Sabemos do esforço do Brasil para que o texto das resoluções da Unesco sofressem importantes evoluções, no sentido de ser mais justo, equilibrado e imparcial. Ainda não é o texto ideal. Nossa expectativa é de que a Próxima Sessão [201] avance ainda mais nessa direção.
O apóstolo Paulo de Tarso Fernandes expôs ao ministro: “Desde que palavras consagradas no texto bíblico, como a indivisibilidade de Jerusalém, começaram a se cumprir com o advento da nação de Israel em 1948 e a reunificação de Jerusalém em 1967, na Guerra dos 6 dias, houve uma aproximação de cristãos do mundo todo em apoio a Israel. Não deixamos de reconhecer a existência dos árabes e mulçumanos que passaram a morar na região, mas questões históricas têm sido desrespeitadas”.
Em sua avaliação, “Notadamente a ONU tem se posicionado contra Israel, por isso é importante que o governo brasileiro passe a considerar esta importante parcela de nossa população que apoia a nação Judaica”, deixando claro que a maioria dos evangélicos defendem Jerusalém como a capital indivisível de Israel.
Aloysio Nunes afirmou que o Brasil continuará lutando para suprimir os pontos de desequilíbrio. “Nosso esforço é para que as próximas resoluções sejam mais equilibradas e justas. Temos uma posição suprapartidária de mais de 30 anos de busca de paz entre palestinos e israelenses”.
O ministro reconheceu também que o movimento evangélico tem ajudado na construção do posicionamento do Brasil, mas não indicou se haverá uma mudança significativa do voto brasileiro nas comissões da ONU que participa.
Valnice Milhomens Coelho ressaltou que a reunião foi bastante positiva. “Começamos a ser ouvidos e isso é muito importante para os cristãos”, disse. O apóstolo Laudjair Carneiro Guerra compartilha a mesma opinião.
“O ministro tomou conhecimento do carinho e do amor do Brasil por Israel e ouviu nossos argumentos para que o País se posicione a favor dos nossos irmãos”, concluiu.

Lembre o caso

O posicionamento do Brasil durante a 199º Sessão Deliberativa do Conselho Executivo da Unesco, em abril de 2016, ainda sob o Governo do PT, foi frontalmente contrário a Israel. Logo que Temer assumiu, pediu que o voto brasileiro fosse revisto.
Contudo, na 200ª sessão do Conselho Executivo da Unesco, realizada em outubro, houve uma nova postura na condução do tema, que mesmo pedindo a revisão do texto aprovado, ficou contra Israel.
O documento, na prática, negava todos os relatos bíblicos e históricos sobre Jerusalém como capital de Israel. Na documentação da ONU, Jerusalém é considerada “território palestino ocupado” e o monte do Templo é chamado apenas por seu nome em árabe, rejeitando a existência de dois Templos judeus no alto do monte Moriá.
Além disso, o Brasil votou em desfavor de Israel em todos os comitês que participa nas Nações Unidas. Ao total, foram 10 resoluções contra Israel no ano passado. Os Estados Unidos e o Canadá foram os únicos países influentes que não ficaram contra os israelenses em nenhuma das votações.

domingo, 2 de abril de 2017

Governo Temer informa sua posição oficial sobre aborto: contra

Planalto respondeu ao Supremo Tribunal Federal (STF), após ação do PSOL


Governo Temer informa sua posição oficial sobre aborto: contra
Após o PSOL, partido de Jean Wyllys, ter entrado com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para descriminalizar aborto até 12ª semana, a ministra Rosa Weber, determinou que o presidente Michel Temer, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados se posicionassem sobre o caso. O prazo dado por ela era de cinco dias.
Neste domingo (2), o governo Michel Temer se manifestou oficialmente contra a legalização do aborto. O Planalto enviou um documento para a Advocacia Geral da União (AGU), onde afirma que ”a vida do nascituro deve prevalecer sobre os desejos das gestantes”.
O entendimento do governo é que a legislação atual é adequada. Ela proíbe a prática embora tenha algumas exceções, como no caso dos anencefálos. Ao tratar das ”trágicas estatísticas” das mulheres que abortam clandestinamente, afirma: “Não são o Estado nem as leis que constrangem as mulheres às práticas abortivas clandestinas e arriscadas”.

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Esse documento, divulgado pelo jornal o Estado de São Paulo, é a base da resposta da Advocacia da União à ministra Rosa Weber.  A nota técnica encerra dizendo que cabe ao Congresso Nacional alterar a lei sobre o aborto, mas lembra que ”os representantes políticos da sociedade brasileira têm optado pela proteção dos interesses dos nascituros”.
Até agora a Frente Parlamentar Evangélica – mais conhecida como “bancada evangélica” – não se manifestou através do seu canal oficial sobre essa tentativa do PSOL em legalizar a interrupção da gravidez.

quarta-feira, 29 de março de 2017

PSOL tenta legalizar aborto no Brasil; Bancada Evangélica se cala

STF deu 5 dias para Temer e Congresso se posicionarem sobre assunto


PSOL tenta legalizar aborto no Brasil; Bancada Evangélica se cala
O PSOL, partido de Jean Wyllys, continua tentando impor sua agenda liberal e entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para descriminalizar aborto até 12ª semana. Relatora da ação ajuizada pelos socialistas, a ministra Rosa Weber, determinou nesta segunda-feira (27), que o presidente Michel Temer, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados se posicionem sobre o caso. O prazo dado por ela é de cinco dias.
De acordo com o Estadão, Weber pediu também que a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviem pareceres sobre a ação.
Em sua decisão, escreveu: “Considerando, portanto, a pretensão liminar deduzida, requisitem-se informações prévias, nos termos do que prescreve o art. 5º, § 2º, da Lei nº 9.882/1999, ao presidente da República, ao Senado Federal e à Câmara dos Deputados. Após, dê-se vista ao advogada-geral da União e ao procurador-geral da República”.

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O argumento do PSOL é que a criminalização do aborto afetaria “desproporcionalmente” mulheres negras e indígenas, pobres, de baixa escolaridade e que vivem distante de centros urbanos. O partido argumenta que “onde os métodos para a realização de um aborto são mais inseguros do que aqueles utilizados por mulheres com maior acesso à informação e poder econômico, resultando em uma grave afronta ao princípio da não discriminação”.
O desejo do PSOL é que sejam suspensas prisões em flagrante, inquéritos policiais e andamento de processos baseados nos artigos 124 e 126 do Código Penal, que pune quem aborta com um a três anos de detenção. Se o aborto for provocado por terceiros, com o consentimento da gestante, a pena sobe para quatro anos.
Até o momento a bancada evangélica, que sempre se manifestou contrária ao tema, não emitiu nota nem se manifestou oficialmente.

Precedente legal

Em novembro do ano passado, a 1ª Turma do STF criou um precedente legal para a descriminalização do aborto durante o primeiro trimestre de gestação. Ao julgar um caso, que envolvia funcionários e médicos de uma clínica clandestina no Rio de Janeiro, os livrou da  prisão preventiva. Com isso, passou a servir como base para decisões de juízes de outras instâncias pelo País.
Naquele julgamento, além de Rosa Weber, mostraram-se favoráveis à legalização do aborto nos três primeiros meses de gravidez  os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.
Além disso, tramita no STF uma ação que pede a descriminalização do aborto no caso de grávidas infectadas pelo vírus da zika. Esse processo está a cargo da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

Silas Malafaia faz desafio: provem que sou herege

Pastor pede que mostrem onde estão os erros dele, de Morris Cerullo e de Miles Munroe



Malafaia faz desafio: provem que sou herege

O pastor Silas Malafaia continua incomodado com as recentes acusações feitas pelo pastor Paulo Júnior. Assim como havia feito no seu programa de TV no sábado, ele usou a internet para gravar dois vídeos nesta terça-feira (28).
O primeiro, com apenas um minuto de duração, tem o título “Defesa do evangelho? Ataca pastores pentecostais e não confronta ímpios. PIADA!”. Embora não cite nominalmente, é uma referência direta ao pastor Paulo Júnior, cujo ministério se chama “Defesa do evangelho”.
“Estou cansado de ser caluniado e difamado por ímpios”, reclama Malafaia logo no início. Em seguida, tenta mostrar que não há sentido nessa disputa entre tradicionais e pentecostais.

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Também comparou a postura de Paulo Júnior com a de Caio Fábio, que nos anos 1990 também fazia acusações semelhantes contra ele.
Horas depois ele postou outro vídeo: “Quem é herege? Quem crê em Teologia da prosperidade ou nega o batismo com o Espírito Santo?”. Nele, faz um paralelo entre duas correntes teológicas que tem fortes defensores no Brasil.
Silas faz uma diferença entre “heresia” e “discordância teológica”. Usando o argumento recorrente, lembra que ele nunca negou os fundamentos doutrinários do cristianismo.
Citando uma série de versículos, Malafaia reiterou que a Bíblia fala muitas vezes sobre prosperidade. “Quero fazer um desafio a você. Põe o título dos livros e as páginas”, pediu. Em seguida, disse: “Meus livros, Mike Murdock, Miles Munroe, Morris Cerullo. Mostra onde há heresia”.
Deixando claro que também não concorda com tudo que os autores citados ensinam, afirma que “Até agora não apareceu ninguém para me contraditar na Bíblia”. Reforçou que as pessoas podem não concordar com ele, mas chama-lo de herege “é uma afronta, um absurdo e uma ofensa”.
Além dos vídeos, o líder da ADVEC, usou sua conta no Twitter para tocar no tema. Em repetidos tweets ele repetiu o que disse nos vídeos.

quinta-feira, 23 de março de 2017


“Deus usará este inferno para realizar um milagre”, diz cristão iraquiano

Após igrejas serem destruídas líderes cristãos declaram: “não adoramos um Deus de edifícios”



"Deus usará este inferno para realizar um milagre"

Em parte do Oriente Médio, os jihadistas islâmicos vêm devastando cidades, matando pessoas e destruindo todos os traços de cristianismo. Em especial no Iraque e na Síria, onde o Estado islâmico tentou criar um califado.
Apesar de milhares de cristãos terem abandonado suas casas e cidades, famílias inteiras estão voltando para as ruínas do que um dia chamaram de lar. Muitos perderam amigos e familiares, mortos pelos radicais. Mesmo assim, dizem que continuam confiando que Deus irá restaurar suas vidas.
“Vemos só destruição à nossa volta”, disse Ryan Mauro, analista de segurança nacional que está na antiga cidade de Qaraqosh, Iraque. Ele mostra como os alvos preferenciais do ódio eram os cristãos. O Estado Islâmico derrubou casas cristãs e depois saqueou e incendiou as  igrejas.

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No entanto, os cristãos continuaram firmes. “Em algumas ocasiões, dizemos que não adoramos um Deus de edifícios. Nosso Deus está aqui”, afirma um líder local, apontando para o coração.
Alguns dizem que sua fé é ainda mais forte do que era antes. Ryan tem conversado com várias pessoas e diz que eles pretendem reabrir a igreja queimada e enchê-la com uma multidão ainda maior que antes. Segundo o analista, “Para eles, Deus usará esse inferno que eles suportaram para realizar um milagre.”
Os cristãos locais continuam orando pelo dia em que verão suas cidades serem restauradas. Enquanto isso aguardam que o presidente Trump faça esforços concretos para pôr um fim definitivamente na guerra. Com informações Charisma News

sexta-feira, 10 de março de 2017

Marcha contra a ideologia de gênero reúne milhões no Peru

Os protestos massivos provocaram a renúncia da então ministra da Educação, Gina Parody.


Marcha contra a ideologia de gênero reúne milhões no Peru
O povo peruano foi as ruas com a bandeira #ConMisHijosNoTeMetas (Não se meta com os meus filhos). Mais de um milhão e meio de pessoas se manifestaram nas 24 regiões do Peru contra a doutrinação da ideologia de gênero de estudantes menores de idade.
Conforme o Aci Digital, no encerramento do evento em Lima, capital do país, a organização afirmou que em todos os eventos realizados ao longo do dia 4 de março, nas diferentes cidades do Peru, a participação superou um milhão e meio de manifestantes.
Marcaram presença os congressistas Julio Rosas, Carlos Tubino, Nelly Cuadros, Juan Carlos Gonzales, Marco Miyashiro, Roberto Vieira, Federico Pariona e Edwin Donayre.

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#ConMisHijosNoTeMetas é uma contraofensiva a tentativa do governo do Peru, através do Ministério da Educação, de colocar em prática em 2017 um Currículo Nacional para crianças desde os primeiros meses de vida, com as normativas da ideologia de gênero.
Em vários pontos de Lima, milhares de grupos se reuniram e foram até à Praça San Martin, na região central.
O evento contou com o apoio da deputada colombiana Ángela Hernández, que liderou na Colômbia, em 2016, muitas manifestações contra a doutrinação de crianças em ideologia de gênero.
Em declarações Hernández disse que a ideologia de gênero é “perversa” e advertiu que “esta pretende colonizar a mente das nossas crianças” e “prejudicar a identidade sexual que temos até hoje”. A parlamentar colombiana pediu ao presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, que escute “a vontade democrática do povo, remova esta ideologia dos currículos escolares” e “respeite o direito dos pais de educar os seus filhos”.
Os protestos massivos provocaram a renúncia da então ministra da Educação, Gina Parody.

Igreja também é contrária a ideologia de gênero

O vigário episcopal da Comissão de Família e Vida da Arquidiocese de Lima (Peru), Pe. Luis Gaspar, enfatizou que “a educação, primeiro direito dos pais aos seus filhos, não é negociável”. “Estamos em uma guerra moral, uma guerra espiritual e o campo de batalha é a mente dos seus filhos, e os defenderemos até o fim de nossos dias”. Gaspar também convidou os manifestantes a participar da Marcha pela Vida, a ser realizada em Lima no dia 25 de março.
A Conferência Episcopal peruana, em janeiro, orientou que o governo “deve suspender imediatamente no novo Currículo Nacional aquelas noções provenientes da ideologia de gênero”.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Muçulmanos se convertem enquanto fogem da guerra: “Jesus nos salvou”

Rádio do Oriente Médio vem transmitindo grande quantidade de testemunhos de conversão


Muçulmanos se convertem enquanto fogem da guerra
Uma grande quantidade de sírios muçulmanos que fugiam de seu país, devastado pela guerra, foram impedidos de ir para a Europa. Optaram em pedir refúgio no Líbano e ali se converteram a Cristo. Apesar de a Constituição libanesa prever liberdade religiosa, os novos convertidos estão experimentando perseguição.
Abu Radwan, que morava em Homs na Síria, foi batizado pelo bispo Saliba em Beirute. Ele testemunha que Jesus apareceu-lhe em um sonho há dois anos. “Eu comecei a ir à igreja. Eu acreditava que Jesus estava vindo nos ajudar, para nos salvar.”
Para a igreja no Líbano, os ex-muçulmanos precisam confirmar que sua fé é genuína. Isso é feito através do batismo, o que coloca suas vidas em risco. Radwan, por exemplo, foi esfaqueado enquanto voltava para casa após um culto na igreja. Os atacantes eram sírios de sua própria tribo. Sua esposa ainda usa o véu [hijab] para sua segurança.

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Uma igreja evangélica em Beirute cresceu muito nos últimos meses por causa da chegada de vários sírios convertidos. “Quando eu vejo que uma pessoa quer ser cristã, eu não o impeço, mas tentamos testá-lo”, disse o pastor, que prefere não ter o nome revelado.
A Missão Voz dos Mártires, que possui um ministério com programas de rádio no Oriente Médio diz que há muitas pessoas os procurando para saber mais sobre Jesus.
“Estamos em contato regular com nossas estações de FM no Iraque e recebemos contato de muitas pessoas que têm família no Oriente Médio. Algumas de nossas transmissões no Oriente Médio agora são apenas com testemunhos compartilhado de muitos que se voltaram para Cristo”, relata.
A conversão de refugiados muçulmanos na Europa vem sendo amplamente divulgada pela mídia desde que a crise migratória começou. Algumas igrejas europeias estão lotadas de ex-muçulmanos.
A diferença agora é que esse fenômeno crescente, que inclui muitas conversões sobrenaturais, com sonhos e visões, está ocorrendo no Oriente Médio.
No ano passado, Terence Ascat, um dos fundadores da SAT-7, rede de satélites que transmite programação cristã na região, disse que as famílias muçulmanas estão abandonando o islamismo por que só no cristianismo encontram uma mensagem de paz e amor.
“É surpreendente o quanto o mundo muçulmano está sendo abalado com o que os extremistas estão fazendo. Isso deveria levantar sérias questões, pois essas pessoas realmente perderam a confiança na sua antiga religião”. Com informações de Christian Post